1. Home
  2. Fórum
  3. Geral
  4. a montanha



md5

a montanha

18/05/2017 21:59:18
pariu um rato...

#politica
Expandir   Gostei
 3
   Não gostei
 0
Odonto
18/05/2017
22:12:38
Então vai lá o bilionário,faz um acordo pra não ser preso e nem usar tornozeleira,e pra não pagar a grana preta que levou do BNDES

Marca encontro para gravar o Temer,faz perguntas e afirmações indutivas

Vende as ações da JBS e compra dólar antes de explodir a bomba

Nojo,nojo desse país
Gostei
 7
   Não gostei
 0
Gostei
 0
   Não gostei
 0
md5
18/05/2017
22:46:26
Assinante Oceans14
lauro jardim de o globo devia ser, no mínimo, demitido... puta caos causado por uma afirmação inverídica

agora o aécio se fufu gostoso
Gostei
 6
   Não gostei
 0
willscs
18/05/2017
22:47:11
Não achei que foi tão pesado pro temer. Mas achei que a justiça abriu as pernas prós empresários. Diferente da Odebrecht
Gostei
 1
   Não gostei
 0
md5
18/05/2017
22:50:41
Assinante Oceans14
com certeza... não merecia perdão total... mas sabe-se lá.. mais coisas devem estar por vim...
Gostei
 0
   Não gostei
 0
Especuloide
19/05/2017
05:00:33
Assinante Oceans14
Recebam jihadistas papagaios dos "isentos" Bôbo e Fôia.....
Gostei
 0
   Não gostei
 0
Odonto
19/05/2017
07:16:52
Sonia Racy

O Estado de São Paulo

19 Maio 2017 | 01h09

Trilionários 1

Empresário de peso se pergunta se os Batistas vão mesmo ficar soltos tocando a J&F de Nova York. “Eu não entendo esse País. Roubaram o Brasil, fizeram fortuna e o prêmio é a impunidade? Morar na 5.ª Avenida, em Nova York, sem tornozeleira, livres leves e soltos?”

Trilionários 2

Banqueiro reconhecido faz pergunta: “Por que será que eles pouparam o Lula?”

Outro, dos mais tradicionais, classificou Joesley como “vagabundo”.

Trilionários 3

Fato: a família Batista deve estar ganhando muito dinheiro apostando contra o Brasil.

Donos da valiosa informação sobre o que contaram em suas respectivas delações premiadas, sabiam que, no segundo em que seus depoimentos se tornassem públicos, aconteceria o eterno efeito gangorra: o dólar nas alturas e preço das ações brasileiras em terra.

Trilionários 4

Tem gente imaginando que só as operações de câmbio, dependendo do tamanho – feitas aqui e fora do Brasil – são suficientes para pagar a multa da JBS, mais a da Odebrecht e, porque não, a de… Eike Batista.

Devem subir no ranking da revista Forbes.

Duas sentenças

Delatores da Odebrecht consideram a imunidade completa dos irmãos Batista “um tapa na cara”.

“Pobrenários”

Ontem à noite em NY, em restaurante lotado de brasileiros que viajaram para a premiação do Person of the Year, começaram a explodir as notícias “abatedoras”.

Formou-se uma mesa-redonda para debater a situação. Quando o garçom cobrou a conta, responderam que seria a família Batista, da JBS, a pagá-la.

O garçom pensou, lembrou que os conhecia, mas que não tinha os visto naquela noite. “Obviamente, pagamos mais essa conta…”, ironiza um dos presentes.
Gostei
 2
   Não gostei
 0
Odonto
19/05/2017
07:46:16
A hora da responsabilidade

O Estado de S.Paulo

19 Maio 2017 | 03h02

Este grave momento da vida nacional deverá passar à história como aquele em que a irresponsabilidade e o oportunismo prevaleceram sobre o bom senso e sobre o interesse público. Tudo o que se disser agora sobre os desdobramentos do terremoto gerado pela delação do empresário Joesley Batista, em especial no que diz respeito ao presidente Michel Temer, será mera especulação. Mas pode-se afirmar, sem dúvida, que a crise é resultado de um encadeamento de atitudes imprudentes, tomadas em grande parte por gente que julga ter a missão messiânica de purificar a política nacional. A consequência é a instabilidade permanente, que trava a urgente recuperação do País e joga as instituições no torvelinho das incertezas – ambiente propício para aventureiros e salvadores da pátria.

O vazamento de parte da delação do empresário Joesley Batista para a imprensa não foi um acidente. Seguramente há, nos órgãos que têm acesso a esse tipo de documento, quem esteja interessado, sabe-se lá por quais razões, em gerar turbulência no governo exatamente no momento em que o presidente Michel Temer parecia ter arregimentado os votos suficientes para a difícil aprovação da reforma da Previdência. Implicar Temer em uma trama para subornar o deputado cassado Eduardo Cunha a fim de mantê-lo calado, como fez o delator, segundo o pouco que chegou ao conhecimento do público, seria suficiente para justificar seu afastamento e a abertura de um processo contra o presidente – o Supremo Tribunal Federal já autorizou a instauração de inquérito.

É preciso destacar, no entanto, o modus operandi do vazamento. A parte da delação que foi divulgada não continha senão fragmentos de frases transcritas de uma gravação clandestina feita por Joesley Batista em uma conversa com Temer. Não se conhecia o contexto em que o diálogo se deu, porque a gravação não foi tornada imediatamente pública. Durante as horas que se seguiram à divulgação da existência do explosivo material, mesmo que não se soubesse o exato teor do que disse Temer, criou-se um fato político gravíssimo. A demora em tornar pública a gravação se prestou, deliberadamente ou não, a prejudicar o acusado, encurralando-o. A versão que certamente interessava ao vazador, portanto, se impôs.

Até mesmo uma conversa informal, na qual Temer teria confidenciado a Joesley Batista que a taxa de juros estava para cair – o que qualquer pessoa medianamente inteirada da conjuntura já imaginava –, está sendo interpretada como tráfico de informação privilegiada. O Banco Central informou o óbvio – que não há possibilidade de que Temer tenha tido conhecimento antecipado de uma decisão sobre juros –, mas, num momento em que o debate político se resume ao disse que disse frívolo das redes sociais, prevalece não a verdade, mas o rumorejo.

Não é de hoje que há vazamentos desse tipo – e isso só pode ser feito por quem tem acesso privilegiado a documentos sigilosos. Ao longo de toda a Operação Lava Jato, tornou-se corriqueira a divulgação de trechos de depoimentos de delatores, usados como armas políticas por procuradores. O vazamento a conta-gotas das delações dos executivos da Odebrecht que envolvem quase todo o Congresso Nacional, mantendo o mundo político em pânico em meio a especulações sobre o completo teor dos depoimentos, foi um claro exemplo desse execrável método.

Enquanto isso, fica em segundo plano o fato de que Joesley Batista e outros delatores sairão praticamente livres, pagando multas irrisórias, embora tenham cometido – e confessado! – cabeludos crimes. Para honrar tão generoso acordo com o Ministério Público, o empresário saiu por Brasília a armar flagrantes, com gravador escondido no bolso, a serviço dos que pretendem reformar a política na marra.

Nesse clima de fim de mundo, revoam os urubus. Parlamentares e líderes políticos, uns mais criativos que outros, propõem as soluções mais estapafúrdias para uma crise que só existe porque grassa a insensatez entre aqueles que deveriam preservar a estabilidade no País.

Resta demandar que a Constituição não seja rasgada ao sabor das conveniências daqueles que lucram com o caos.
Gostei
 2
   Não gostei
 0
Arucard05
21/05/2017
18:09:39
Ainda esta faltando ações das elétricas na lista de vocês TAEE11, TIET11?
Gostei
 0
   Não gostei
 0