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Zero growth in labor productivity in Brazil since 1980

07/03/2017 17:36:05
Pra quem gosta, não li ainda

CS - Brazil Economics Digest_070317.pdf - Google Drive


#economia
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willscs
07/03/2017
17:51:30
Tirar uns feriados já ajudaria :)
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md5
07/03/2017
17:55:50
Assinante Oceans14
Lamentável... E sindicatos cada dia dando mais dor de cabeça
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Atlético
07/03/2017
19:42:37
Assinante Oceans14
Coloca o atlético de líder supremo que em seis anos rivalizaremos com as potências mundiais. Mas sem dor sem ganho; saibam disso.
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Struggle
07/03/2017
20:00:26
Assinante Oceans14
Chile descolando dessa mediocridade.
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rfalci
07/03/2017
20:16:04
Assinante Oceans14
começa queimando a CLT
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ATLÉTICO
07/03/2017
21:33:34
Assinante Oceans14
não se pode queimar a CLT quando se tem uma enorme massa de trabalhadores disponíveis porque em determinado momento precisará forçar o meio produtivo a qualificá-lo ou então tem-se a escravidão e estagnação. O Brasil teve uma mudança radical da população do campo para as cidades; para que esses cidadãos pudessem evoluir tinham que por algum tempo ter garantidas condições mínimas - é o famoso: como vou ter experiência se só contratam quem tem experiência? Naquele momento a CLT foi necessária como um MEIO. No papel seria as mil maravilhas - nessa fase de transição a mão de obra evoluiria, a economia se desenvolveria e em determinado momento a CLT tornaria-se obsoleta.
Mas tem-se um fator chave; os créditos internacionais - a economia no planeta não era dinâmica como hoje; emprestar grana para países como o Brasil era vantajoso mesmo que com juros baixíssimos em prazos longos. A partir da década de 80 iniciou-se uma mudança; os fluxos tornaram-se rápidos e com infinitas opções especulativas - até o atual smart money (por isso é inócuo taxar grandes fortunas porque simplesmente elas não existem).
Ao invés de ser um meio a CLT por essa contradição tornou-se um fim. Isso é ao invés de proporcionar um caminho para a formação de trabalhadores mais produtivos tornou-se uma maneira de manter a mão de obra com pouquíssima qualificação com alguma condição de subsistir.
Soma-se a isso a década de hiperinflação que aqui foi totalmente diferente de períodos hiperinflacionários da idade contemporânea - na verdade tínhamos a famosa correção monetária; na Alemanha pós primeira guerra não tinha - deu no que deu; a inflação quando uma legítima doença da moeda leva invariavelmente a rupturas institucionais profundas; no Brasil havia era um imposto inflacionário quando todos os meios de produção eram chamados a arcar com os custos da tal correção. E aí qual foi a do real?
Simples. Trocou-se por juros a inflação e aí todo mundo já sabe o que ocorreu com FHC, Lula e Dilma - crescimento econômico via consumo - ao seja sem desenvolvimento.
A solução? Vejamos o modelo americano. Intervenção maciça e estratégica do estado. O que seriam dos americanos sem a demanda estatal na corrida espacial ou na indústria bélica?
A verdade senhores é que a vitória do Trump foi um golpe mortal no liberalismo e globalização; pois o discurso dele é fácil entender: estado, estado e estado - protecionismo, controle de fronteiras e desonerações (lembrei da Dilma); quem votou nele? o homem branco classe média pobre; certo?
Aí se diz... porra mas Hillary queria estadotambém; continuar a política desastrosa do Obama; mas batia muito na questão do livre comércio e justamente o tal investimento estatal que deu certo para eles no século passado - quem votou nela??? os liberais maconheiros a favor do aborto da califórnia e a parte mais desenvolvida da costa leste. Percebam a esquizofrenia.
A grande verdade é que nunca antes se esteve naquela situação: ninguém sabe de nada Só se conclui que o liberalismo e o desenvolvimento pela livre competição que levaria a alocação ótima dos recursos foi definitivamente enterrada nas últimas eleições dos donos do dinheiro. O que se sabe é que Brasil, EUA e por último a China conseguiram seus maiores períodos de geração de riqueza com a intervenção estatal, com acordos firmados mediante estratégias formuladas a partir de POLÍTICAS (sim de políticos!) e coordenadas com o setor produtivo (empresários e trabalhadores). As provas: a já citada eleição e a saída do Inglaterra da união europeia - as populações desses países disseram claramente não aos libertários e seus teóricos.
Uma vez feito o diagnóstico, depois discorrerei sobre as soluções atletísticas para tornar o Brasil potência mundial.
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atlético
08/03/2017
00:17:37
Assinante Oceans14
para dedar -
tem que justificar.
teve a chance de ignorar.
mas se dedou não pode ser frouxo de não argumentar.
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Mantovam
08/03/2017
07:32:29
Assinante Oceans14
Não fui eu. Mas li tudo...
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Mantovam
08/03/2017
07:34:05
Assinante Oceans14
A única coisa que eu não concordo foi a falta de síntese no texto. O resto eh a sua opinião e soh agradeço por compartilhar.
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Struggle
08/03/2017
07:53:42
Assinante Oceans14
Na minha opinião, a falta de produtividade tem uma causa bem básica.
Péssima educação.
Enquanto tivermos um desempenho pífio em matemática, ciências e português, estaremos fadados a essa verdadeira ignorância que grassa e destrói.
Depois disso vem a absurda regulamentação e a asfixiante tributação.
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